Unidade: CAPS ADULTO III PARELHEIROS

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FAMÍLIA HOSPITALEIRA – Conheça Guilherme Rosa

FAMÍLIA HOSPITALEIRA Guilherme Rosa - Psicólogo no AE Parelheiros e na UBS Veleiros

Há quanto tempo faz parte das Irmãs Hospitaleiras?

Fui aprovado no processo seletivo para psicólogas (os) em dezembro de 2020, há pouco mais de três anos, para atuar na Equipe de Saúde Mental do Ambulatório de Especialidades Parelheiros. Em junho de 2022 fui convidado a compor também a Equipe de Saúde Mental da UBS Veleiros, no distrito da Capela do Socorro. Hoje sigo atuando nos dois territórios.

Um pouco da minha história profissional: Entrei no curso de Psicologia vindo do interior para a capital paulista no ano de 2013. Já no primeiro semestre me aventurei em um projeto chamado Programa de Educação pelo Trabalho, voltado para pessoas com deficiência acompanhadas no território paulistano da Brasilândia. O projeto visava introduzir os alunos à política pública da saúde, e também outras políticas, e tinha o objetivo também de produzir uma publicação científica.

Cito sempre esta experiência como determinante no que passaria a ser minha maior paixão profissional até aqui - Políticas Públicas. O curso de psicologia era integral, bastante denso, o que permitiu diversas outras experiências enriquecedoras. Nos dois últimos anos da faculdade trabalhei em um colégio onde aprendi muito também. Assim que terminei a faculdade, antes mesmo de pegar o diploma, fui aprovado para a Residência Multiprofissional em Rede de Atenção Psicossocial na cidade de Santos, litoral paulista. De 2018 a 2020 vivi intensamente a rotina de um CAPS adulto e dois CAPS infanto juvenil, passando então a me especializar em Saúde Mental.

Ao acabar a residência iniciou-se a pandemia, momento muito difícil para todos nós, e em meio a muita angústia de ter de ficar em casa (apesar de reconhecer a importância disso) decidi que gostaria de me dedicar àquela experiência, ainda que sob alguns riscos, para ajudar outras pessoas. É quando aceito o convite de compor um projeto de implantação de um programa na cidade de São Vicente, também no litoral, junto à população em situação de rua, em uso abusivo de substâncias psicoativas, na perspectiva da Redução de Danos. Acabou que fiquei por poucos meses até ser chamado para o processo seletivo das Irmãs Hospitaleiras em dezembro do mesmo ano, onde estou até hoje. De lá para cá, atuei também no consultório particular, na abordagem psicanalítica.

O que gosta de fazer nas horas livres?

Estar com os amigos, com a família, assistir TV, filmes e séries, comer besteira e curtir muito a preguiça! Trabalho, estudo, exercício físico, alimentação regulada, são compromissos para mim e não horas livres.

Sua missão nas Irmãs Hospitaleiras?

Minha missão nas Irmãs Hospitaleiras é a orientada pela ética do meu fazer diário, que tenho a felicidade de ver correspondida também na Instituição que trabalho: acolhimento, cuidado integral humanizado, justiça social e hospitalidade.

Três curiosidades sobre você ou sua profissão

  • Durante a minha residência, tive a oportunidade de ficar 30 dias no estado do Pará conhecendo de perto, diariamente, coisas muito importantes sobre Saúde e Saúde Mental da população amazônica indígena, quilombola e ribeirinha. Mas o mais importante foi acompanhar suas vivências;
  • Sou viciado em noticiário, e atualizo quem estiver comigo, inclusive as equipes com quem trabalho, o dia todo, do que está rolando;
  • Aos 10 meses de vida, enquanto via, no colo da mãe, pela porta, minha avó saindo para viajar, ao ouvi-la dizer “tchau filho”, respondi: “xau vó”, o que viria a ser minha primeira “palavra”.